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Pelas ruas, buscando poesia.

Pelas ruas, entre os cantos, a pé.

Pelas ruas, entre os cantos, subindo o muro, geometricamente a pé. 

Sombra que acolhe, cores que alimentam a alma.

Sombra que acolhe, cores que alimentam a alma.

Pra que as plantas possam crescer, a gente precisa esquecer.

Pra que as plantas possam crescer, a gente precisa esquecer.

Fora da palavra.

Uma relíquia, uma conversa linda, um momento especial, uma música, toda em arte e poesia.
Uma conexão iluminada,
Me transporta, me ensina a viver,
Enquanto descubro a mim mesma.

Gratidão ao Céu

Que eu possa sempre ter
um abrigo sob o céu
para que eu possa admirar
a minha imensa pequenez.

O homem que plantava árvores

de pura poesia.

é vermelho, o nariz :o)

Dias atráz assisti o filme dos Doutores da Alegria!  =o) Queria reviver um pouco do aprendizado sobre o universo palhaçal que iniciei participando do curso “Palhaços para Curiosos”, ministrado pelos Doutores daqui de Recife. Recomendo demáás esse filme! Muito bem feito, com histórias e historinhas  da realidade e da mágica, misturada-mente, que emocionam. É daqueles que dá vontade de rir e chorar,  também misturadamente. A sinceridade e a busca de liberdade dos padrões, é como verbalizado por eles como “dar uma rasteira no ego”. Trabalho mais lindo! Trailer e filme disponíveis no Youtube:

nature boy

Música pra alma:

There was a boy
A very strange enchanted boy
They say he wandered very far, very far
Over land and sea
A little shy
And sad of eye
But very wise
Was he

And then one day
A magic day he came my way
And while we spoke of many things, fools and kings
This he said to me
“The greatest thing
You’ll ever learn
Is just to love
And be loved
In return”

(instrumental interlude)

“The greatest thing
You’ll ever learn
Is just to love
And be loved
In return”

De onde vêm as doenças?

Conversando com uma amiga portuguesa que conheci nas peregrinações pelo mundo, ela me falou sobre esta pessoa, chamada Cristina Cairo, uma psicóloga e terapeuta holística especialista em Linguagem do Corpo. Assisti essa entrevista que achei muito interessante, onde ela fala sobre como as doenças são causadas por nossos próprios comportamentos, sentimentos e pensamentos, e que para chegarmos a qualquer cura, é sempre preciso buscar nas raízes da nossa psique, da nossa alma. Vale a pena  assistir!

Mariposa

Hoje uma mariposa pousou em meu dia,
Por que, ela não diria.
Quieta, não se mexia,
Como uma palavra, que não existia.

Inventei cores onde nela não havia
E queria para ela mostrar a luz
Pois eu queria, mas não sabia,
Que a noite é que a conduz.

Mas como sempre fiquei atenta,
Caso de mim ela precisasse.
Assim como a arte nos sustenta,
De volta à liberdade.

Diana Penante

é

Agora é hora, hora de terminar, hora de voltar, hora de se despedir dos EEUU. Sim, contando os dias pra voltar pra casa, pra sentir o calor do Sol, pra chegar perto do mar, pra sentir Recife, pra deitar na areia da praia, tomar uma cervejinha. Viver aqui foi a parte mais difícil da jornada, foi assim sabe, difícil de explicar e de processar. Deu medo, deu vontade de sumir, pedi até pros ETs me levarem. Olhei pro céu, procurei uma estrela cadente. Nada. Olhei pras pessoas e vi zumbis. Olho pra um lado e pro outro, vejo hipocrisia, vejo um mergulho sem fim num mar escuro. Vejo mentiras e vejo frieza, vejo gramas falsas e arbustos quadrados. Vejo as lindas folhas do outono serem amontoadas em tonéis de lixo. Vejo os pássaros tentando nos mostrar a liberdade. Vejo as árvores laranjas sendo sopradas por um vento frio, as vezes cortante, iluminadas por um pôr-do-Sol sutil, quando o Sol compartilha só uma partezinha do seu calor. Melancólico, mas lindo. Vejo olhos azuis e sorrisos felizes. Vejo que aqui estou, vejo a vida e vejo pessoas que não vêm a vida. Vejo coisas e vejo coisas, vejo carros, e mais carros e roupas e mais roupas. Eficiência, organização, método, certo, errado, desenvolvido, maquinal. Humanos e desumanos. Unidos, e desunidos. Saudade é uma palavra bonita.

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